Ela pode até mudar a rotina, exigir uma programação, um cuidado redobrado, mas não apaga quem cada pessoa é.
É possível ter um trabalho pra chamar de seu, gente pra abraçar, planos para tirar do papel.
Hoje, no Dia Nacional da Diálise, celebramos isso: a força de quem segue vivendo, do seu jeito, mesmo com a máquina.

