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Enquanto Estado e União repassam milhões à saúde, municípios fluminenses retêm ou desviam a finalidade do dinheiro, criando um ciclo perverso de inadimplência. O que resulta para o cenário da diálise no Rio de Janeiro em clínicas operando no limite e pacientes renais crônicos sob risco imediato.

“Estamos diante de uma situação em que o recurso público existe, foi transferido e está devidamente documentado, mas não chega ao prestador. Isso gera insegurança financeira e coloca em risco um tratamento que é vital e inadiável”, alertou Leonardo Barberes, vice-presidente da ABCDT.

Os números mostram a gravidade e o padrão repetitivo em diferentes regiões do estado.

Exigimos transparência, responsabilidade e a imediata regularização dos repasses. #ADiáliseNãoPodeEsperar

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